Repórter: Sarah, quem é você?
Sarah: Eu sou uma mulher como tantas outras, que ri, que sofre, que tem amigos e amores mas muitas vezes se sente só. Uma mulher que gostaria de contar seus segredos, mas teme ferir os outros. Tenho misteriosos segredos, como você, e descobri uma forma de revela-los sem atingir ninguém.
Repórter: Você é real?
Sarah: Sim, eu sou real. Você nunca irá ver meu rosto, mas você vai me reconhecer quando me encontrar. Algumas vezes estarei em um jantar de família, na pele de uma irmã ou cunhada. Outras vezes serei sua amiga recentemente divorciada. Serei sua mãe, sua filha, serei você, por trás dos olhos, repletos de lágrimas, que se admiram no espelho do banheiro.
Repórter: Como é seu verdadeiro nome?
Sarah: Meu nome é Sarah B. - Sou autora do blog: "Borboletas também choram"
Repórter: Quantas mulheres enviam suas histórias para Sarah B.?
Sarah: Todas as mulheres que eu conheço, as amigas de minhas amigas, as mulheres que existem dentro de mim, a mulher que eu sou hoje e aquela que fui a vinte anos atrás. Umas são idosas, outras adolescentes. Umas estão casadas, outras esperam o príncipe encantado. Algumas já beijaram tantos sapos que estão com os lábios inchados. Outras tem os olhos inchados de tanto chorar.
Repórter: "Borboletas também choram" conta a história dessas mulheres. As mulheres são as borboletas a que se refere o título do blog?
Sarah: Borboletas são graciosas, suas asas são belas, seu pouso é suave. Toda borboleta é delicada, mas capaz de enfrentar ventos fortes. Sim, as mulheres são borboletas!
Repórter: Por que dizer que borboletas choram?
Sarah: Por mais bela que seja a mulher/borboleta, por trás de toda beleza pode haver sofrimento. Mesmo enfeitada com cores alegres, com brilho nos olhos, em alguns momentos, lágrimas escorrem de seus olhos, quando ninguém está observando.
Repórter: Você também chora?
Sarah: Você também chora? (Repete a pergunta para a repórter)
Muitas vezes, os segredos revelados no blog me emocionam. Mas nem sempre eu choro. Já chorei muitas lágrimas, pelos mais diversos motivos. Hoje, mal consigo chorar. Hoje, choro palavras, que escorrem pelas pontas de meus dedos, e se transformam no material que exponho no blog.
Meu nome é Sarah B. - Sou autora do blog: "Borboletas também choram"
Toda mulher tem segredos. Alguns segredos jamais serão revelados. Sarah B. vai te contar alguns segredos. Não conte a ninguém!
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Borboleta zangada
A Borboleta é bela e formosa,
mas algumas vezes é mais feroz que um zangão.
Não se iludam com suas asas multicoloridas, com seu voo gracioso.
Borboletas que choram, também se zangam.
Elas esperam mais das flores. Mais do que o exibir de suas pétalas, o exalar de seu perfume.
Elas querem que as flores retribuam seu toque, demonstrem seu prazer.
Mulheres e borboletas são semelhantemente belas e frágeis.
Ambas desejam sentir-se desejadas por homens e flores.
O pouso de uma tem que ser o acolhimento da outra.
Conectadas em uma doce ligação.
Que nenhum vento distraia a flor ou a borboleta. Que o canto das aves não perturbem a sedução de tão sublime momento.
Pois a flor precisa da borboleta e a borboleta precisa da flor.
Quem não se empenha nessa conexão, pode virar aeroporto desativado, sucateado. E a borboleta irá procurar outras flores, talvez não tão belas, talvez não tão perfumadas.
Flores que retribuam seu toque. Flores que se lembrem de seduzi-la e demonstrem o desejo de se conectar com a borboleta.
Borboletas não fazem escalas rapidinhas.
Borboletas zangadas preferem ignorar a flor, e voar incansavelmente à fazer um pouso forçado, que não satisfaça nenhuma das partes.
Meu nome é Sarah B. - Sou autora do blog: "Borboletas também choram"
mas algumas vezes é mais feroz que um zangão.
Não se iludam com suas asas multicoloridas, com seu voo gracioso.
Borboletas que choram, também se zangam.
Elas esperam mais das flores. Mais do que o exibir de suas pétalas, o exalar de seu perfume.
Elas querem que as flores retribuam seu toque, demonstrem seu prazer.
Mulheres e borboletas são semelhantemente belas e frágeis.
Ambas desejam sentir-se desejadas por homens e flores.
O pouso de uma tem que ser o acolhimento da outra.
Conectadas em uma doce ligação.
Que nenhum vento distraia a flor ou a borboleta. Que o canto das aves não perturbem a sedução de tão sublime momento.
Pois a flor precisa da borboleta e a borboleta precisa da flor.
Quem não se empenha nessa conexão, pode virar aeroporto desativado, sucateado. E a borboleta irá procurar outras flores, talvez não tão belas, talvez não tão perfumadas.
Flores que retribuam seu toque. Flores que se lembrem de seduzi-la e demonstrem o desejo de se conectar com a borboleta.
Borboletas não fazem escalas rapidinhas.
Borboletas zangadas preferem ignorar a flor, e voar incansavelmente à fazer um pouso forçado, que não satisfaça nenhuma das partes.
Meu nome é Sarah B. - Sou autora do blog: "Borboletas também choram"
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Talking to a friend
I can't talk to my friends.
I don't know how to do it.
My secrets are not the worst in the world... but they are the worst for me.
How can I say somethings to some person and look at her/his eyes in the next day.
If you can not to solve your problems, complaining is not help!
I just need to talk to the wind... and my problems will fly away...
I need to tell to someone who will forget everything seconds after our chat.
I need to be another person to show my soul freely.
Here I'm not myself and I can talk to you.
You are my best friend right now.
Please, wipe my tears...
Butterflies also cry.
My name is Sarah B. - I write the blog: "Butterflies also cry"
I don't know how to do it.
My secrets are not the worst in the world... but they are the worst for me.
How can I say somethings to some person and look at her/his eyes in the next day.
If you can not to solve your problems, complaining is not help!
I just need to talk to the wind... and my problems will fly away...
I need to tell to someone who will forget everything seconds after our chat.
I need to be another person to show my soul freely.
Here I'm not myself and I can talk to you.
You are my best friend right now.
Please, wipe my tears...
Butterflies also cry.
My name is Sarah B. - I write the blog: "Butterflies also cry"
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
"Felizes para sempre"
Marina namorou seis meses e casou.
Clara engravidou na adolescência.
Luíza teve um longo namoro, e depois de dez anos finalmente
casou... se divorciou três meses depois.
Joaquina era casada a quase 25 anos, 40 dias antes da
celebração das bodas seu casamento desmoronou.
José não queria casar.
Ronaldo era um garanhão.
Paulinho pegava todas e não firmava com nenhuma.
Ana Maria foi casada por 48 anos, teve seus filhos, seus
momentos felizes e outros nem tanto, sentiu- se só muitas vezes, e decidiu
escolher a solidão (ou não) da separação.
Renata e Luiz estão casados até hoje. Felizes? Sim, não,
talvez. Quase sempre até o momento.
Glaucia nunca quis casar. Dedicou-se a carreira, às baladas,
aos amigos, amigas e peguetes.
A divorciada construiu uma nova família algumas vezes.
A viúva chorou para sempre a sua perda, fechou as portas
para o amor e nunca mais pode encontra-lo novamente.
Catarinas choraram “Thousand rivers of tears” pelos namorados
que foram embora.
“Quem inventou o: FELIZES PARA SEMPRE?”
Nenhum altar ou testemunhas irão garantir que a felicidade
vem depois do “sim”.
Não existe hora certa para dar um grande passo! Casar,
mudar, ter filhos, pedir demissão, começar de novo, viajar para um lugar
distante (e talvez nunca mais voltar)
Nada te fará mais feliz, se você ficar depositando toda sua
esperança de felicidade nesse ou naquele momento importante.
Seja feliz hoje! Seja feliz agora! Pense, mas arrisque-se
algumas vezes! Tente seguir por uma estrada que nunca passou, visite lugares
onde nunca esteve, algumas vezes, o simples ato de olhar para outra direção, já
fará você enxergar algo que nunca havia visto antes.
O “FELIZES PARA SEMPRE” é invenção dos contos de fadas. Não
pense que eles são a receita de felicidade.
Você é o autor de sua própria história, não faça com que a
felicidade esteja somente no final. Pois o fim de nossa história é o ultimo
suspiro de uma vida, e se a felicidade estiver nesse momento, o “PARA SEMPRE”
durará pouco segundos.
Após a “passagem”, vem um novo começo, e nenhum de nós sabe
quem escreverá o nosso roteiro depois.
Que sua história tenha um “FELIZ, HOJE E SEMPRE”
Meu nome é Sarah B. - Sou autora do blog: "Borboletas também choram"
Já quis fugir - E quem não quis?
Já quis fugir, de tantas maneiras diferentes.
Já quis operar as amígdalas, arrancar os dentes do siso.
Qualquer coisa que me permitisse ficar em casa quietinha, dormir o sono da
anestesia.
Já quis me esconder em buraco e esperar a primavera chegar.
E então brotar devagarinho sob o calor do sol.
Já fui menina, já fui mulher. Já chorei até minhas lágrimas
secarem.
Já procurei o pote de ouro no final do arco-íris, e até
hoje, procuro a felicidade.
Tem dias que preciso acordar duas vezes pra acertar o pé
direito, ao sair da cama.
Já quis voar como os pássaros e já quis mergulhar nas
profundezas do oceano, onde o silêncio impera, e só podemos ouvir nossos
próprios pensamentos.
Já quis fugir de meus próprios pensamentos, aumentando o
rádio do carro e cantando alto, para abafar as vozes em minha cabeça.
Já quis tantas coisas!
E me perdi, tentado encontra-las...
Meu nome é Sarah B. - Sou autora do blog: Borboletas também choram
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
A beleza está nos olhos de quem deseja
Debby estava triste.
Incapaz de entender porque seu humor agia como se fosse uma montanha russa em um parque de poucas diversões, tentava culpar outros alguéns por sua repetitiva infelicidade.
Hoje, Debby não era a moça sorridente, otimista e simpática que sempre fora.
Sentia-se feia, desanimada, deprimida, gorda!
E de todas as razões que podia buscar, a mesma atingia seus pensamentos, como mariposa atinge a janela, tentando sair em busca da luz:
Os homens são capazes de iluminar ou apagar uma mulher.
Quantas vezes vira mulheres casadas, que ao se separarem pareceram florescer
Mulheres desejadas pelo sexo oposto eram as mais bonitas, ou seriam elas bonitas porque sentiam o desejo dos homens?
Debby não sentia o desejo de seu homem. E mesmo que se sentisse desejada algumas vezes, por olhares sorrateiros e respeitosos, naquela manhã, despertou como a gata borralheira.
Debby tinha amor, tinha amizade, mas não tinha o fogo que aquece a alma e a escuridão do quarto.
Sua luz estava tão apagada que já não conseguia nem ao menos fantasiar.
E em sua própria escuridão, não conseguia atrair nenhuma réstia de desejo de seu esposo.
Debby estava carente de uma transa caliente.
E ela esperou aquele dia passar, na ânsia de que amanhã seu humor se revirasse em um looping, e voltasse ao topo dos trilhos daquela montanha.
Meu nome é Sarah B. - Sou autora do blog: Borboletas também choram
Incapaz de entender porque seu humor agia como se fosse uma montanha russa em um parque de poucas diversões, tentava culpar outros alguéns por sua repetitiva infelicidade.
Hoje, Debby não era a moça sorridente, otimista e simpática que sempre fora.
Sentia-se feia, desanimada, deprimida, gorda!
E de todas as razões que podia buscar, a mesma atingia seus pensamentos, como mariposa atinge a janela, tentando sair em busca da luz:
Os homens são capazes de iluminar ou apagar uma mulher.
Quantas vezes vira mulheres casadas, que ao se separarem pareceram florescer
Mulheres desejadas pelo sexo oposto eram as mais bonitas, ou seriam elas bonitas porque sentiam o desejo dos homens?
Debby não sentia o desejo de seu homem. E mesmo que se sentisse desejada algumas vezes, por olhares sorrateiros e respeitosos, naquela manhã, despertou como a gata borralheira.
Debby tinha amor, tinha amizade, mas não tinha o fogo que aquece a alma e a escuridão do quarto.
Sua luz estava tão apagada que já não conseguia nem ao menos fantasiar.
E em sua própria escuridão, não conseguia atrair nenhuma réstia de desejo de seu esposo.
Debby estava carente de uma transa caliente.
E ela esperou aquele dia passar, na ânsia de que amanhã seu humor se revirasse em um looping, e voltasse ao topo dos trilhos daquela montanha.
Meu nome é Sarah B. - Sou autora do blog: Borboletas também choram
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
On the sheets
She had an affair.
She was happy with her husband, but she wanted passion, kisses, arms and legs intertwined on the sheets.
Nobody can live without air and she couldn't live without sex.
The blood in her veins were more red, more hot.
She lived her instincts and made herself happy.
It is her worst secret. Nobody knows. Only she and her lover.
It was the most perfect moments in her live.
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